segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O ciclo menstrual - O q acontece no corpo

Fase Menstrual _ Qdo não há fecundação, parte da câmara interna (endométrio) se desgruda do útero. Esse movimento rompe vasos eliminando sangue e fragmentos de endométrio. Em geral, a cólica vem antes da menstruação, mas algumas mulheres apresentam dor durante o sangramento. Nesse caso deve-se procurar um médico. Alguns fatores, como estresse e uso de medicamentos com AAS, podem fazer o fluxo menstrual variar.

Fase Proliferativa _ Os hormônios produzidos pelo ovário fazem a regeneração do endometrio fazendo parar o sangramento e o ovócito é liberado para a cavidade do útero. É nesse período que a alta do hormônio estrogênio dá a mulher bem estar e do hormônio androgênio, aumentando tambem a libido e dando à mulher vontade de tranzar, mas tbm faz aparecer certas espinhas, por deixar a pele mais oleosa.

Fase Secretora _ O ovócito chega à cavidade uterina, se não for fecundado, ele morre e o endometrio começa a se desgrudar, recomeçando o ciclo. É nessa fase que surge a TPM, por causa de estresse, genética e flutuação hormonal, o inchaço nos seios, pernas e barriga e insônia, tristeza e desejo de doces, pela queda de serotonina.

Dados disponíveis em http://mdemulher.abril.com.br/infograficos/ciclo-menstrual/

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Resenha

A sexualidade feminina- um tabu em pleno século XXI
Grupo: A mulher se descobrindo

Esta resenha apresenta os resultados de pesquisas feitas com mulheres em relação ao prazer no ato sexual. Focamos no conhecimento da mulher ao seu corpo e a necessidade desse conhecimento para que se chegue ao orgasmo. Para tratar o assunto o grupo pesquisou em algumas fontes que puderam nos auxiliar nesse estudo e disponibilizar o material para o blog. Para a produção desta resenha, selecionamos os trabalhos de Ana Veiga (2009), de Carmita Abdo (2002) e Equipe corpo saudável (2009), autores que elaboraram trabalhos sobre as diversas formas de se tratar o assunto.
Os textos de Ana Veiga (2009) mostram que a maioria das mulheres não sente prazer no ato sexual e que, apesar da busca atual pelo orgasmo feminino, elas negam a sua existência. A autora aponta também alguns pontos negativos nessa falta de prazer, como a aversão ao sexo e dor, já que não haverá lubrificação suficiente na relação sexual. Assim como o pouco conhecimento de seu corpo, a falta de informação também proporciona essa anorgasmia às mulheres. A autora Cia também de que se compreende o tratamento. Sobre isso ela diz:

“O objetivo é combater a ansiedade existente, desmistificando crenças falsas, e trabalhando os aspectos psicológicos que não permitem um completo funcionamento corporal. (...) A terapia individual objetiva criar condições para ampliar o autoconhecimento e possibilitar o prazer consigo mesma, a partir de um aprendizado... A terapia de casal objetiva facilitar a comunicação do mesmo, além de mediar um conhecimento maior sobre o funcionamento da relação, ajudando a descobrir, entre outros fatores, de que forma o casal interage em sua vida cotidiana, e como isto se reflete na dinâmica sexual.”

Ou seja, segundo a autora, para que o casal e principalmente a mulher chegue ao orgasmo, é necessário que haja um conhecimento pessoal e do casal a fim de que eles descubram no cotidiano as necessidades um do outro, refletindo essa cumplicidade na vida sexual. Ana (2009) diz ainda que é “importante que ela se conheça, se toque, saiba do que gosta e o que não lhe agrada. E, essencialmente, pedir ao parceiro que a ‘acenda’”, afinal, o auto-conhecimento é a melhor forma de chegar ao prazer desejado.
Os textos de Carmita Abdo (2002) mostram que se tem falado muito sobre a sexualidade feminina, porem continua sendo um assunto reprimido, afirmando que nem mesmo aqueles que deveriam saber, os médicos ginecologistas, não têm o devido conhecimento sobre o assunto, se sentindo constrangidos com o assunto. Diz ainda que a própria mulher se nega ao prazer com atitudes antepassadas quando afirma:

“A repressão sexual da mulher é milenar. Liga-se aos primórdios do estabelecimento da sociedade patriarcal e foi mencionada por diversos autores, Ainda que inconscientemente, muitas mulheres (inclusive de visual moderninho) continuam a incorporar a idéia de que o sexo é uma coisa suja, pecaminosa, repugnante e, portanto, não pode ser fonte de prazer.“

Diz que como a descoberta do prazer feminino é recente, vai permanecer como um tabu por um bom tempo, afinal “em tão pouco tempo, é impossível mudar uma mentalidade sedimentada ao longo de séculos”. Mas Carmita otimiza dizendo que a tendência é melhorar.
Já o trabalho da Equipe Corpo Saudável (2009) trata de outro tema bastante polêmico entre as mulheres: a masturbação. Além da critica religiosa a esse ato, há uma critica social às mulheres em relação a isso. Mas a Equipe afirma, segundo pesquisas, que o ato de se masturbar é natural do organismo, não só humano, mas sim, de todo ser sexuado. Segundo a Equipe, é um ato tão normal que há técnicas para isso, mas que cada um deve encontrar a melhor forma de se satisfazer de acordo com as particularidades de seu corpo, assim que sentir que há essa necessidade.
Os estudos aqui apresentados são a fim de mostrar que a sociedade precisa rever certos conceitos em relação à sexualidade feminina, assim como a própria mulher tem a necessidade de se auto-conhecer para conseguir, enfim, ter o prazer apropriado aos seus desejos, seja com um parceiro ou consigo mesma, da forma que achar melhor para si.

Referencias bibliográficas:
Veiga, Ana. Anorgasmia in Corpo Saudável.
Disponível em: http://www.corposaudavel.com.br/sexualidade/anorgasmia
Acessado em: 18/11/2009 às 10h32min.

Abdo, Carmita. Muito Silencio e pouco prazer in Sexo, Revista Veja on line.
Disponível em: http://veja.abril.com.br/270302/p_078.html
Acessado em 26/08/2009 às 20h36min.

Corpo Saudável, Equipe. Masturbação- verdade ou mentira? In Corpo Saudável.
Disponível em: http://www.corposaudavel.com.br/sexualidade/masturbacao-verdade
Acessado em 18/11/2009 às 10h53min.

Vídeo e entrevista

Fizemos um vídeo de uma entrevista... espero que gostem...

domingo, 22 de novembro de 2009

História em quadrinhos



Uma história de uma mulher aprendendo a ser MULHER...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Charge


A nossa charge mostra a falta de informação da mulher em relação à sua sexualidade.

CURIOSIDADE RELACIONADA À MATÉRIA COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO

PÂNICO NA TV
Observe o vídeo tendo em foco o vocabulário da palestrante e a reação das pessoas a quem a palestra é dirigida :

(essa palestra teve como objetivo conscientizar o moradores da Xurupita - bairro pobre de São Paulo)
Serotonina??
O que meninos da favela entendem sobre serotonina e drogas transgênicas?
O que os mesmos entenderão quando alguém falar a eles de uma maconha que vem com 73% de tetra-hídrica na biol e que com isso se observa casos de crianças com esquizofrenia irreversível ?
O que entenderão com esse vocabulário meninos que mal foram alfabetizados?
É nesse ponto em que nós estudantes da disciplina comunicação e expressão chamamos a atenção dos palestrantes e demais leitores deste blog.

O modo como se veicula a informação é muito importante e deve ser refletido quando se prentende passar uma informação para outra pessoa. A comunicação só atingirá seu objetivo quando utiliza linguagens que possibilite ao leitor/ouvinte/outros para quem se dirige a mensagem compreenda, aceite, entenda o que se quer dizer tanto de forma implícita ou explicita.

Por isso, são necessários que 6 fatores intervenham, de acordo com o livro Lições de Texto de Platão & Fiorin - lição 19. Vejamos:
Emissor (produtor da mensagem)
Receptor (aquele a quem se dirige a mensagem)
Mensagem (elemento material que veícula um conjunto de informações)
Código (uma língua/linguagem)
Canal (conjunto de meios pelos quais a mensagem é transmitida)
Referente (assunto/situação a que a mensagem remete)

Tomando esses dados como base, é possível concluir que: COMUNICAR É AGIR SOBRE O OUTRO. Contudo, podemos observar a ineficácia da matéria veiculada pela Rede TV através do programa Pânico, pois tiveram boas intenções ao apresentar a realidade da comunidade Xurupita, que não tinham acesso algum ao tipo de informação passada na reportagem. E, com isso, propuseram dar uma palestra sobre as drogas e sua maleficência, porém não souberam atingir o alvo, o receptor, com erro na transmissão da mensagem.

Obs.: O Inglês do cover do Michael Jackson é otimo! (risos)

Segredos para uma vida sexual feliz - Dicas para as mulheres

" 1) Use camisinha:
Esse é um habito que deveria ser conservado pra todo o sempre, mesmo depois que o namoro já foi oficializado. Sexo bom é sexo seguro e responsável que inclui pensar na própria saúde e na saúde do parceiro. DST não tem cara e, além disso, a pessoa pode estar contaminada sem que apareça em exames e sem apresentar nenhum sintoma. Dessa forma, ela pode, mesmo sem saber, passar a doença adiante.

2) Transe por você ou deixe de transar também:
A sexualidade é sua e não do outro. Não se dá sexo de presente pra ninguém. Muitas mulheres ainda estão em função do outro porque não se enxergam para estar em função de si: é preciso alguém que fale por ela, com ela, pra ela. Ainda assim, querer ouvir nem sempre é o suficiente, pois podem achar que o outro está mentindo pra agradar ou conseguir alguma coisa. São mulheres que não se amam porque simplesmente não existem sem um complemento.

3) Respeite suas vontades, desejos:
As mulheres criam um problema quando querem satisfazer os outros. Produzem expectativas e se decepcionam por não fazerem o que (realmente) querem. Por outro lado, muitas não se liberam de seus próprios tabus com medo da reação do parceiro e não experimentam o que sentem vontade de fazer. Acredite, sem preconceitos, que o momento deve ser curtido e permita que a censura e a auto-observação fiquem de lado.

4) Esteja de bem com seu corpo:
Uma dica importante e tão difícil nos dias de hoje, onde as mulheres se encontram em uma eterna insatisfação corporal. Porém, independentemente da forma que o seu corpo tenha é importante estar de bem com ele. Tal postura, muitas vezes, é conseqüência de uma mente saudável e não de um corpo perfeito.

5) Estimule-se:
Aprenda com o seu corpo (durante o banho ou na hora de dormir, por exemplo) e ajude o parceiro a se conectar com ele. Sexo é parceria, troca, cumplicidade. Ninguém leva uma bola de cristal pra cama. Não tenha vergonha de pedir. Explore seu corpo em diferentes pontos, sozinha e acompanhada. Brinque com ele. Use muito as mãos, a boca, os dedos... e não apenas a vagina ou o pênis. Senão se tratar de uma rapidinha, onde a satisfação é apenas com a penetração e nada mais, onde o desejo é ter o outro rapidinho, ou seja, onde os dois já estão prontos, use o tempo que for preciso: curta as sensações, conecte-se com o que está acontecendo, sinta o prazer. Tente novas formas, horários, posições. Desperte o seu desejo. Pense em sexo durante o dia e perceba como o seu corpo reage ao que você sente.

6) Sinta o momento:
Não espere só pelo orgasmo. Ele depende de desejos, entregas, sem egoísmo ou obrigação. O orgasmo é conseqüência de um sexo saudável. A ansiedade de ir atrás do orgasmo atrapalha e tira a pessoa da relação. Esqueça o mundo ‘lá fora’ e concentre-se na sensação proporcionada. Orgasmo é descoberta e aprendizado. Esteja presente com todos os seus sentidos e não desista do seu prazer."

Ana Paula Veiga
Psicóloga e sexóloga
Disponível em: http://www.corposaudavel.com.br/sexualidade/338-segredos-para-uma-vida-sexual-feliz-dicas-para-as-mulheres 10;35