segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Resenha
Grupo: A mulher se descobrindo
Esta resenha apresenta os resultados de pesquisas feitas com mulheres em relação ao prazer no ato sexual. Focamos no conhecimento da mulher ao seu corpo e a necessidade desse conhecimento para que se chegue ao orgasmo. Para tratar o assunto o grupo pesquisou em algumas fontes que puderam nos auxiliar nesse estudo e disponibilizar o material para o blog. Para a produção desta resenha, selecionamos os trabalhos de Ana Veiga (2009), de Carmita Abdo (2002) e Equipe corpo saudável (2009), autores que elaboraram trabalhos sobre as diversas formas de se tratar o assunto.
Os textos de Ana Veiga (2009) mostram que a maioria das mulheres não sente prazer no ato sexual e que, apesar da busca atual pelo orgasmo feminino, elas negam a sua existência. A autora aponta também alguns pontos negativos nessa falta de prazer, como a aversão ao sexo e dor, já que não haverá lubrificação suficiente na relação sexual. Assim como o pouco conhecimento de seu corpo, a falta de informação também proporciona essa anorgasmia às mulheres. A autora Cia também de que se compreende o tratamento. Sobre isso ela diz:
“O objetivo é combater a ansiedade existente, desmistificando crenças falsas, e trabalhando os aspectos psicológicos que não permitem um completo funcionamento corporal. (...) A terapia individual objetiva criar condições para ampliar o autoconhecimento e possibilitar o prazer consigo mesma, a partir de um aprendizado... A terapia de casal objetiva facilitar a comunicação do mesmo, além de mediar um conhecimento maior sobre o funcionamento da relação, ajudando a descobrir, entre outros fatores, de que forma o casal interage em sua vida cotidiana, e como isto se reflete na dinâmica sexual.”
Ou seja, segundo a autora, para que o casal e principalmente a mulher chegue ao orgasmo, é necessário que haja um conhecimento pessoal e do casal a fim de que eles descubram no cotidiano as necessidades um do outro, refletindo essa cumplicidade na vida sexual. Ana (2009) diz ainda que é “importante que ela se conheça, se toque, saiba do que gosta e o que não lhe agrada. E, essencialmente, pedir ao parceiro que a ‘acenda’”, afinal, o auto-conhecimento é a melhor forma de chegar ao prazer desejado.
Os textos de Carmita Abdo (2002) mostram que se tem falado muito sobre a sexualidade feminina, porem continua sendo um assunto reprimido, afirmando que nem mesmo aqueles que deveriam saber, os médicos ginecologistas, não têm o devido conhecimento sobre o assunto, se sentindo constrangidos com o assunto. Diz ainda que a própria mulher se nega ao prazer com atitudes antepassadas quando afirma:
“A repressão sexual da mulher é milenar. Liga-se aos primórdios do estabelecimento da sociedade patriarcal e foi mencionada por diversos autores, Ainda que inconscientemente, muitas mulheres (inclusive de visual moderninho) continuam a incorporar a idéia de que o sexo é uma coisa suja, pecaminosa, repugnante e, portanto, não pode ser fonte de prazer.“
Diz que como a descoberta do prazer feminino é recente, vai permanecer como um tabu por um bom tempo, afinal “em tão pouco tempo, é impossível mudar uma mentalidade sedimentada ao longo de séculos”. Mas Carmita otimiza dizendo que a tendência é melhorar.
Já o trabalho da Equipe Corpo Saudável (2009) trata de outro tema bastante polêmico entre as mulheres: a masturbação. Além da critica religiosa a esse ato, há uma critica social às mulheres em relação a isso. Mas a Equipe afirma, segundo pesquisas, que o ato de se masturbar é natural do organismo, não só humano, mas sim, de todo ser sexuado. Segundo a Equipe, é um ato tão normal que há técnicas para isso, mas que cada um deve encontrar a melhor forma de se satisfazer de acordo com as particularidades de seu corpo, assim que sentir que há essa necessidade.
Os estudos aqui apresentados são a fim de mostrar que a sociedade precisa rever certos conceitos em relação à sexualidade feminina, assim como a própria mulher tem a necessidade de se auto-conhecer para conseguir, enfim, ter o prazer apropriado aos seus desejos, seja com um parceiro ou consigo mesma, da forma que achar melhor para si.
Referencias bibliográficas:
Veiga, Ana. Anorgasmia in Corpo Saudável.
Disponível em: http://www.corposaudavel.com.br/sexualidade/anorgasmia
Acessado em: 18/11/2009 às 10h32min.
Abdo, Carmita. Muito Silencio e pouco prazer in Sexo, Revista Veja on line.
Disponível em: http://veja.abril.com.br/270302/p_078.html
Acessado em 26/08/2009 às 20h36min.
Corpo Saudável, Equipe. Masturbação- verdade ou mentira? In Corpo Saudável.
Disponível em: http://www.corposaudavel.com.br/sexualidade/masturbacao-verdade
Acessado em 18/11/2009 às 10h53min.
domingo, 22 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
CURIOSIDADE RELACIONADA À MATÉRIA COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
Observe o vídeo tendo em foco o vocabulário da palestrante e a reação das pessoas a quem a palestra é dirigida :
(essa palestra teve como objetivo conscientizar o moradores da Xurupita - bairro pobre de São Paulo)
Serotonina??
O que meninos da favela entendem sobre serotonina e drogas transgênicas?
O que os mesmos entenderão quando alguém falar a eles de uma maconha que vem com 73% de tetra-hídrica na biol e que com isso se observa casos de crianças com esquizofrenia irreversível ?
O que entenderão com esse vocabulário meninos que mal foram alfabetizados?
É nesse ponto em que nós estudantes da disciplina comunicação e expressão chamamos a atenção dos palestrantes e demais leitores deste blog.
O modo como se veicula a informação é muito importante e deve ser refletido quando se prentende passar uma informação para outra pessoa. A comunicação só atingirá seu objetivo quando utiliza linguagens que possibilite ao leitor/ouvinte/outros para quem se dirige a mensagem compreenda, aceite, entenda o que se quer dizer tanto de forma implícita ou explicita.
Por isso, são necessários que 6 fatores intervenham, de acordo com o livro Lições de Texto de Platão & Fiorin - lição 19. Vejamos:
Emissor (produtor da mensagem)
Receptor (aquele a quem se dirige a mensagem)
Mensagem (elemento material que veícula um conjunto de informações)
Código (uma língua/linguagem)
Canal (conjunto de meios pelos quais a mensagem é transmitida)
Referente (assunto/situação a que a mensagem remete)
Tomando esses dados como base, é possível concluir que: COMUNICAR É AGIR SOBRE O OUTRO. Contudo, podemos observar a ineficácia da matéria veiculada pela Rede TV através do programa Pânico, pois tiveram boas intenções ao apresentar a realidade da comunidade Xurupita, que não tinham acesso algum ao tipo de informação passada na reportagem. E, com isso, propuseram dar uma palestra sobre as drogas e sua maleficência, porém não souberam atingir o alvo, o receptor, com erro na transmissão da mensagem.
Obs.: O Inglês do cover do Michael Jackson é otimo! (risos)
Segredos para uma vida sexual feliz - Dicas para as mulheres
Esse é um habito que deveria ser conservado pra todo o sempre, mesmo depois que o namoro já foi oficializado. Sexo bom é sexo seguro e responsável que inclui pensar na própria saúde e na saúde do parceiro. DST não tem cara e, além disso, a pessoa pode estar contaminada sem que apareça em exames e sem apresentar nenhum sintoma. Dessa forma, ela pode, mesmo sem saber, passar a doença adiante.
2) Transe por você ou deixe de transar também:
A sexualidade é sua e não do outro. Não se dá sexo de presente pra ninguém. Muitas mulheres ainda estão em função do outro porque não se enxergam para estar em função de si: é preciso alguém que fale por ela, com ela, pra ela. Ainda assim, querer ouvir nem sempre é o suficiente, pois podem achar que o outro está mentindo pra agradar ou conseguir alguma coisa. São mulheres que não se amam porque simplesmente não existem sem um complemento.
3) Respeite suas vontades, desejos:
As mulheres criam um problema quando querem satisfazer os outros. Produzem expectativas e se decepcionam por não fazerem o que (realmente) querem. Por outro lado, muitas não se liberam de seus próprios tabus com medo da reação do parceiro e não experimentam o que sentem vontade de fazer. Acredite, sem preconceitos, que o momento deve ser curtido e permita que a censura e a auto-observação fiquem de lado.
4) Esteja de bem com seu corpo:
Uma dica importante e tão difícil nos dias de hoje, onde as mulheres se encontram em uma eterna insatisfação corporal. Porém, independentemente da forma que o seu corpo tenha é importante estar de bem com ele. Tal postura, muitas vezes, é conseqüência de uma mente saudável e não de um corpo perfeito.
5) Estimule-se:
Aprenda com o seu corpo (durante o banho ou na hora de dormir, por exemplo) e ajude o parceiro a se conectar com ele. Sexo é parceria, troca, cumplicidade. Ninguém leva uma bola de cristal pra cama. Não tenha vergonha de pedir. Explore seu corpo em diferentes pontos, sozinha e acompanhada. Brinque com ele. Use muito as mãos, a boca, os dedos... e não apenas a vagina ou o pênis. Senão se tratar de uma rapidinha, onde a satisfação é apenas com a penetração e nada mais, onde o desejo é ter o outro rapidinho, ou seja, onde os dois já estão prontos, use o tempo que for preciso: curta as sensações, conecte-se com o que está acontecendo, sinta o prazer. Tente novas formas, horários, posições. Desperte o seu desejo. Pense em sexo durante o dia e perceba como o seu corpo reage ao que você sente.
6) Sinta o momento:
Não espere só pelo orgasmo. Ele depende de desejos, entregas, sem egoísmo ou obrigação. O orgasmo é conseqüência de um sexo saudável. A ansiedade de ir atrás do orgasmo atrapalha e tira a pessoa da relação. Esqueça o mundo ‘lá fora’ e concentre-se na sensação proporcionada. Orgasmo é descoberta e aprendizado. Esteja presente com todos os seus sentidos e não desista do seu prazer."
Ana Paula Veiga
Psicóloga e sexóloga
Disponível em: http://www.corposaudavel.com.br/sexualidade/338-segredos-para-uma-vida-sexual-feliz-dicas-para-as-mulheres 10;35
Masturbação – verdade ou mentira?
"Como muitas outras coisas, a masturbação no passado foi considerada pecado. Mesmo agora, quando as pessoas ganharam liberdade para falar de sexo, há ainda quem acredite em besteiras como ficar fraco da cabeça, ter “ataques”, pegar tuberculose, crescer cabelo na mão dos meninos ou criar feridas nos dedos das meninas.
Se a sua dúvida é essa, não acredite em nada do que lhe disserem. Todos os animais sexuados se masturbam. Não é exclusividade dos seres humanos. Todos, homens e mulheres, solteiros, casados, jovens, velhos, analfabetos, letrados, seja qual for sua raça, nacionalidade ou religião, o fazem, dependendo de necessidades pessoais ou de circunstâncias.
Anormal seria o contrário. Assim como temos fome e sede, sentimos desejo sexual. Condenar a masturbação como forma de satisfazê-lo equivale a dizer que é pecado comer sanduíche sozinho em vez de se banquetear com champanha e caviar. Nossa capacidade de sonhar de olhos abertos provê como fantasia coisas que a realidade põe fora do nosso alcance.
Sendo, pois, um comportamento normal, existem técnicas de masturbação, algo como um manual de instruções? A resposta é “não” porque, atendendo a necessidades muito pessoais, cada um acaba desvendando os enigmas do seu próprio corpo e desenvolvendo sua própria técnica. É particularmente valioso para ensinar o “mapa da mina” a parceiros na relação a dois. Quem não conhece os “cantinhos” do seu corpo, não tem como doar o melhor de si ao outro. Qualquer relação acaba sendo uma masturbação a dois se praticada por cada um isoladamente.
Mas, se é assim tão normal, existe uma idade para se começar a masturbação? A partir de quando deve ser estimulada na infância? A resposta de novo é “não” e “não”. Sendo uma função natural do organismo, a criança não necessita de ajuda para isso. Pelo contrário, ela precisa que os adultos a deixem em paz, sem lhe incutir a culpa que a transformará em um adulto inseguro e aí, sim, incapaz de satisfazer-se sexualmente."
Equipe Corpo Saudável
Disponível em: http://www.corposaudavel.com.br/sexualidade/masturbacao-verdade 10:33
Anorgasmia
Antes, a relação sexual tinha como objetivo a satisfação masculina. Hoje, apesar de muitos tabus sexuais terem sido derrubados, ainda é grande o número de mulheres que sofrem na cama. Mitos e conceitos equivocados sobre o orgasmo, ou melhor, sobre a sexualidade de forma geral, sempre estiveram presentes em nossa cultura, onde a mulher deveria ser um ser assexuado, sem desejo, sem tesão, à disposição do outro.
Hoje foi descoberto que o orgasmo independe da região que o desencadeia, podendo ser provocado pelo estímulo de qualquer região do corpo. Houve tempo em que se acreditava existirem dois tipos de orgasmos: o clitoriano e o vaginal.
Atualmente, se percebe uma busca descontrolada pelo orgasmo, que passou a ser o objetivo único de uma relação, esquecendo-se o prazer do relacionamento, de estar com determinada pessoa. Praticar sexo é uma escolha; ter prazer, uma possibilidade. Essa obrigatoriedade infundada na busca do prazer-gozo e não pelo prazer de estar vivenciando tal situação, tira a pessoa do contato com a relação, passando a ser mera espectadora.
Conceito
A anorgasmia é a dificuldade em atingir o orgasmo, mesmo que haja interesse sexual e todas as outras respostas satisfatórias para a realização do ato. Ocorre com freqüência entre as mulheres – estudos indicam que seria entre 50 e 70% dos casos. Ou seja, a mulher aproveita as carícias e se excita, mas algo a bloqueia no momento do orgasmo.
Muitas mulheres negam a ausência do orgasmo como uma forma de defesa. Assim, mentem, fingindo um prazer que não existe. Tal comportamento deve ser repensado, pois ao fingir para si própria, ela está se privando da obtenção de um prazer e da possibilidade de desvendá-lo por completo.
Além disso, a anorgasmia pode trazer conseqüências negativas. A mulher pode adquirir aversão sexual devido a realização de sexo sem prazer, e sem conseguir adequada lubrificação para o ato, pode ocorrer dor na relação.
A mulher não possui, como o homem, um ciclo sexual definido constituído por excitação, ereção, ejaculação e orgasmo. Ela pode ter desejo, mas mesmo assim, não chegar ao orgasmo. Mas, é preciso ressaltar, que a mulher quer ser amparada, acolhida. Dessa forma, o sexo pode satisfazê-la sem que chegue ao orgasmo
Etiologia
Dentre os fatores que levam a tal quadro, destaca-se de forma praticamente integral os aspectos psicossociais. A questão orgânica tem baixa relevância, ficando em torno de 5% dos casos.
Psicossociais: falsas crendices, falta de informação, tabus, religião, estrutura de valores que supervaloriza a sexualidade e o desempenho sexual, medo de ser abandonada ou engravidar, experiências traumáticas (inclusive obstétricas), falta de intimidade com o próprio corpo e/ou com o parceiro, inexperiência, falta de tempo ou de um local adequado, auto-exigência exacerbada, envelhecimento, culpa, ansiedade, depressão, tensão corporal, educação sexual castradora, desinteresse, insatisfação corporal, baixa auto-estima, excesso de contenção, dificuldade do cotidiano e dificuldade de estar inteira, tranqüila e a vontade no contato com o outro no momento da relação sexual, entre outros.
Orgânicas: algumas doenças, disfunções hormonais, uso imoderado de álcool ou drogas psicoativas e dores na relação.
Outras causas dizem respeito à má-formação congênita - que pode impedir o acesso ao clitóris -, hipertrofia dos pequenos lábios – que pode encobrir o acesso à vagina-, entre outras.
Tratamento
O enfoque principal é a disfunção, devendo-se fazer uma leitura do conflito, a fim de saber se existe alguma dificuldade emocional ou psicológica, ou se o problema é físico.
O objetivo é combater a ansiedade existente, desmistificando crenças falsas, e trabalhando os aspectos psicológicos que não permitem um completo funcionamento corporal. Propõe-se que a mulher tome ciência dos seus impulsos sexuais, de modo ajudá-la, sem a obrigação do orgasmo, a liberar emoções e viver a espontaneidade de sentir prazer. Para tanto, a psicoterapia pode estar baseada numa terapia individual, terapia de casal ou, ainda, no conjunto dos dois processos.
A terapia individual objetiva criar condições para ampliar o autoconhecimento e possibilitar o prazer consigo mesma, a partir de um aprendizado sobre como é construído tal sintoma. Ou seja, o que esse quadro tem a contar sobre a pessoa, sobre a sua forma de funcionar na relação e com o meio. É na terapia, portanto, que se revê falsos conceitos e se fornece orientação, possibilitando novas perspectivas, admitindo-se sua associação a exercícios e, muito raramente, ao uso de medicação.
A terapia de casal objetiva facilitar a comunicação do mesmo, além de mediar um conhecimento maior sobre o funcionamento da relação, ajudando a descobrir, entre outros fatores, de que forma o casal interage em sua vida cotidiana, e como isto se reflete na dinâmica sexual.
Muito freqüentemente, a mulher passa a ter maior curiosidade sobre o próprio corpo. Faz-se importante que ela se conheça, se toque, saiba do que gosta e o que não lhe agrada. E, essencialmente, pedir ao parceiro que a “acenda”. Através do auto-conhecimento, a auto-estima pode ser resgatada. Essa é uma forma de descobrir o caminho para que se possa fazer sexo sem mitos e transformá-lo em algo natural, sem ter medo de gostar de sexo e do que o parceiro vai achar disso.
A mulher precisa dar importância à sua sexualidade, tocar o seu corpo e descobrir o que lhe dá prazer, dizendo ao parceiro o que ela precisa, o que está faltando e se interessando em saber o que ele gosta. O orgasmo é uma conquista, sexo é comunicação e entrega.
A sexualidade e a forma que a mulher se relaciona com ela é produto de eventos que, aparentemente, nada têm a ver com sexo. Assim, a superação de um quadro como esse leva ao aprendizado e ao autoconhecimento, provocando transformações além da sexualidade. Atingir o orgasmo é elemento de um processo de crescimento que dura a vida toda.
• Não se pode definir uma mulher com anorgasmia quando o parceiro possui ejaculação precoce já que, muitas vezes,o fato do homem ejacular rapidamente acaba não permitindo que a mulher tenha tempo suficiente para alcançar o orgasmo.
• Tanto nos casos orgânicos como nos psicológicos, a terapia é indicada. Por mais que a origem seja somente orgânica, ela pode estar interferindo, poluindo as outras esferas do seu contato com o parceiro. Dessa forma, a maioria do universo feminino pode se favorecer com a reeducação sexual, já que muitas não aprenderam a se aceitar e se conhecer."
Ana Paula Veiga
Psicóloga e sexóloga
Disponível em: http://www.corposaudavel.com.br/sexualidade/anorgasmia
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
A sexualidade feminina
A sexualidade da mulher é objeto de tantos comentários e debates da mídia que até parece que virou assunto livre entre quatro paredes. Trata-se de uma impressão falsa. As questões sexuais femininas continuam a ser um tabu para as diretamente interessadas, para os indiretamente envolvidos e para quem deveria tratar delas de um ponto de vista profissional – os ginecologistas. Os conhecimentos sobre a sexualidade feminina são relativamente recentes. Data de
A descoberta da sexualidade feminina
A sexualidade da mulher é objeto de tantos comentários e debates da mídia que até parece que virou assunto livre entre quatro paredes. Trata-se de uma impressão falsa. As questões sexuais femininas continuam a ser um tabu para as diretamente interessadas, para os indiretamente envolvidos e para quem deveria tratar delas de um ponto de vista profissional – os ginecologistas. Os conhecimentos sobre a sexualidade feminina são relativamente recentes. Data de
Fontes: Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade,
do Hospital das Clínicas de São Paulo, e Sociedade Brasileira
de Estudos em Sexualidade Humana.



